A esposa do compositor Juliano Tchula, Andriely Vilela, contestou publicamente o uso de imagens do marido no filme “Marília Mendonça: A Senhora da Saudade”, disponível na Netflix desde o dia 2 de julho de 2026. A reclamação surgiu nas redes sociais logo após a estreia e aponta a ausência de autorização para a utilização da imagem do artista.
De acordo com a postagem, Juliano Tchula não foi consultado sobre a participação no documentário, o que motivou a notificação formal à plataforma e à produção responsável. A medida reacendeu o debate sobre direitos de imagem no setor audiovisual brasileiro.
Posicionamento da família e da advogada
Andriely Vilela destacou que o compositor é um dos nomes mais relevantes da música sertaneja e que a utilização não autorizada desrespeita seus direitos de personalidade. A família informou que já adotou providências legais para proteger a imagem do artista.
Juliano Tchula não autorizou o uso de sua imagem no filme sobre Marília Mendonça. A Netflix e a responsável pela produção foram notificadas sobre isso.
Andriely Vilela
Infelizmente, a plataforma optou por manter a imagem dele, o que nos deixa bastante surpresos e indignados. Juliano é um dos maiores compositores da música sertaneja e merece ser respeitado.
Andriely Vilela
Medidas judiciais e resposta da Netflix
A advogada do compositor confirmou que a Netflix foi formalmente notificada sobre a falta de autorização. Apesar da comunicação, a plataforma manteve as cenas no documentário, o que, segundo a defesa, configura violação dos direitos de imagem.
A Netflix foi notificada sobre a falta de autorização para o uso da imagem do compositor Juliano Tchula no documentário 'Marília Mendonça: A Senhora da Saudade'. Apesar disso, a plataforma optou por manter as cenas, o que configura clara violação de direitos de imagem e de personalidade.
Advogada do compositor
Medidas judiciais cabíveis estão sendo adotadas para resguardar os direitos do compositor.
Advogada do compositor
O caso segue em acompanhamento e pode gerar precedentes importantes para o uso de imagens de personalidades em produções biográficas exibidas em plataformas de streaming. Até o momento, a Netflix não se manifestou publicamente sobre a controvérsia.
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