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Câmara de Porto Velho aprova 771 bolsas de Residência Acadêmica na educação inclusiva

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Fotos: Secom/Semias
Fotos: Secom/Semias

A Câmara Municipal de Porto Velho aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Complementar nº 2.399/2025, que institui a Residência Acadêmica na rede municipal de ensino e oferece 771 bolsas para estudantes de licenciaturas. A iniciativa, voltada especialmente para a educação especial e inclusiva, busca qualificar futuros professores por meio de formação prática em escolas da capital. O Executivo municipal, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria Municipal de Educação Inclusiva, coordenará a execução do programa após regulamentação por decreto.

Objetivos e estrutura do programa

O projeto proporciona formação prática a universitários de cursos como Pedagogia, Letras e Matemática. Os residentes atuarão diretamente em escolas municipais, realizando atividades pedagógicas, planejamento de aulas e intervenções inclusivas sob supervisão de professores orientadores. O foco principal recai sobre o atendimento a estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, além de projetos de acessibilidade.

Com 771 bolsas disponíveis, a Residência Acadêmica pretende fortalecer a rede municipal de ensino ao aproximar a teoria universitária da realidade das salas de aula. A medida atende a demandas crescentes por profissionais capacitados em estratégias de inclusão e adaptação curricular, contribuindo para uma educação mais equânime em Porto Velho.

Visão das gestoras envolvidas

Essa é uma conquista importante para a educação inclusiva do município. Vamos oferecer aos residentes a oportunidade de vivenciar na prática o dia a dia da sala de aula, com foco no atendimento às necessidades de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades

Yovana Machado

A secretária Yovana Machado destacou a importância da iniciativa para aproximar os futuros educadores das demandas reais da educação inclusiva. A coordenadora Joelma Rodrigues reforçou que o contato direto com estratégias de inclusão e acessibilidade beneficiará toda a rede municipal.

A residência acadêmica vai permitir que os futuros professores tenham contato direto com as estratégias de inclusão, acessibilidade e adaptação curricular. Isso fortalece toda a rede municipal e contribui para uma educação mais equânime e de qualidade

Joelma Rodrigues

Próximos passos da implementação

Após a aprovação, o programa será regulamentado por decreto municipal e iniciará a seleção dos residentes. As atividades ocorrerão em escolas da rede municipal, com acompanhamento sistemático de orientadores designados pela Semed e pela SMEI. A expectativa é que a Residência Acadêmica eleve a qualidade do ensino inclusivo e prepare melhor os novos profissionais para os desafios da sala de aula contemporânea.

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