Comerciantes da região central de Porto Velho fecharam a Avenida Carlos Gomes na segunda-feira, 24 de agosto de 2026, em protesto contra o aumento constante de furtos e arrastões em lojas e estabelecimentos comerciais. A manifestação visou chamar a atenção das autoridades para a insegurança que afeta o comércio local nos últimos anos. Após o bloqueio, o prefeito Léo Moraes reuniu-se com os lojistas e decidiu ampliar o efetivo da Atividade Delegada, incluindo rondas também durante a madrugada.
Manifestação reúne lojistas no centro
Os comerciantes optaram por fechar a via principal para destacar o problema crescente de crimes contra o patrimônio. A ação ocorreu na região mais movimentada da capital rondoniense e reuniu representantes de diversos estabelecimentos comerciais. O protesto pacífico serviu como ponto de partida para o diálogo direto com a prefeitura.
Nos últimos anos, os casos de furtos e assaltos em horários comerciais têm impactado diretamente o funcionamento das lojas. Os lojistas relataram prejuízos recorrentes e a necessidade de medidas mais efetivas de policiamento ostensivo.
Prefeito decide reforçar segurança noturna
Durante a reunião posterior ao protesto, o prefeito Léo Moraes anunciou a ampliação do programa Atividade Delegada com foco nas rondas noturnas. A medida busca atender à demanda dos comerciantes por maior presença policial nos períodos de maior vulnerabilidade.
É um dever do gestor tomar para si a obrigação de assegurar dignidade à sua população. Jamais a prefeitura ficaria de braços cruzados perante uma situação como essa. Estamos fazendo o melhor possível e acredito que será um reforço de peso à segurança pública em nossa cidade.
Léo Moraes
Medida busca reduzir crimes no comércio
A decisão de estender as rondas à madrugada representa uma resposta direta às reclamações apresentadas pelos comerciantes. A prefeitura espera que o reforço policial contribua para a redução dos índices de criminalidade na área central. Os lojistas consideram a iniciativa um passo importante para a retomada da confiança no comércio local.
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