Um taxista intermunicipal foi rendido por dois homens armados na tarde de segunda-feira, 13 de julho de 2026, após aceitar uma corrida contratada via WhatsApp que se revelou falsa. A vítima foi obrigada a conduzir os criminosos por diferentes pontos de Porto Velho e arredores, incluindo o Condomínio Cidade de Todos IX, a Rua da Paz no Areal da Floresta, Candeias do Jamari e Vila Codaron, até chegar próximo ao Residencial Orgulho do Madeira, na zona Leste da capital.
Como ocorreu o assalto
Uma mulher contratou o táxi por aplicativo de mensagens para supostamente seguir até Vilhena. Durante o trajeto, dois homens armados entraram no veículo e realizaram paradas em diversos locais. Em determinado momento, eles anunciaram o assalto com revólver em punho e exigiram transferência via Pix, sem sucesso porque as contas da vítima estavam bloqueadas.
Os criminosos então forçaram o retorno a Porto Velho e circularam pela área do Residencial Orgulho do Madeira. O taxista aproveitou um instante de distração dos agressores para fugir a pé. Os assaltantes levaram os celulares da vítima e de uma passageira que estava no carro.
Intenção dos criminosos
Os dois homens afirmaram pertencer a uma facção criminosa e declararam que buscavam um alvo para realizar um ataque a tiros no Residencial Orgulho do Madeira. A ação, no entanto, não foi concluída após a fuga do motorista.
As autoridades foram acionadas e investigam o caso com base nas informações fornecidas pela vítima. O episódio reforça a necessidade de atenção redobrada em corridas contratadas por mensagem sem confirmação presencial do passageiro.
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