Três jovens não identificados chamaram atenção ao serem flagrados em um vídeo viral caminhando sem qualquer proteção pelo topo de um prédio abandonado em frente ao Porto Velho Shopping, na zona sul da capital rondoniense. O registro, divulgado nas redes sociais, mostra os rapazes transitando pela laje do imóvel inacabado próximo à Avenida Rio Madeira, em uma ação classificada como imprudência e possível invasão de propriedade. O episódio reacendeu o debate sobre os riscos de quedas fatais e os perigos representados pelos mais de 200 imóveis abandonados em Porto Velho.
Riscos imediatos e implicações legais
O engenheiro civil Maxsuel Pereira, do Crea-RO, alertou para as consequências do ato. Além do risco iminente de queda, que pode ser fatal, os jovens podem responder por infrações administrativas e até criminais, dependendo da situação. O ideal é que a população denuncie esses locais à Prefeitura ou ao Corpo de Bombeiros.
Além do risco iminente de queda, que pode ser fatal, os jovens podem responder por infrações administrativas e até criminais, dependendo da situação. O ideal é que a população denuncie esses locais à Prefeitura ou ao Corpo de Bombeiros.
Maxsuel Pereira
Autoridades do Corpo de Bombeiros reforçam que a ausência de equipamentos de segurança transforma a escalada em uma atividade extremamente perigosa, especialmente em estruturas sem manutenção.
Alerta sobre imóveis abandonados
O tenente-coronel André Luiz, do Corpo de Bombeiros, destacou que esses locais representam uma ameaça constante à população. Prédios abandonados atraem crimes, servem como depósito de lixo e entulho, e podem desabar a qualquer momento, colocando em risco quem passa nas proximidades.
Prédios abandonados atraem crimes, servem como depósito de lixo e entulho, e podem desabar a qualquer momento, colocando em risco quem passa nas proximidades.
André Luiz
A Secretaria Municipal de Regularização Fundiária e Habitação (Semur) e a Secretaria Municipal de Obras e Infraestrutura (Semob) já receberam notificações sobre o imóvel em questão e devem intensificar fiscalizações em áreas com maior concentração de construções desocupadas.
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